boa noite
estas duas últimas noites têm sido interessantes. Ontem (ou melhor, hoje!), deitei-me às 7h, mas estive a noite toda em casa. Hoje, estive fora mas voltei para tentar restabelecer o horário nocturno. mas, esta noite, tive uma 'experiência espiritual'. nada de macabro, nem de superstições. leram-me as mãos. também não sei quão real aquilo foi .. mas foi interessante.
muito resumidamente, a mão do presente (a direita, para quem estiver interessado) 'diz', loud and clear, que eu TENHO DE PARAR DE PENSAR. vai ser difícil. diz, também, que eu tenho dois amores (que nada são iguais..), mas um mais duradouro que o outro.
a mão do futuro transmite serenidade, mas com umas pontas soltas. veremos ..
não foi o que foi dito, mas sim como foi dito, que me fez matutar e escrever. continuo sem saber muito bem o que pensar ... acho que só queria contar a alguém isto, sem ter de abrir a boca e parecer maluca. (sem ofensa)
agora, a cama chama e a cabeça grita. preciso mesmo de dormir.
quarta-feira
sexta-feira
36
boa noite
descobri uma música, um álbum, uma cantora que me ajuda a superar os dias, os últimos passados e os próximos. tenho os pés frios, e estou vazia.
depois explico.
descobri uma música, um álbum, uma cantora que me ajuda a superar os dias, os últimos passados e os próximos. tenho os pés frios, e estou vazia.
depois explico.
segunda-feira
35
boa tarde de outono
há uma (de muitas) música que me 'acompanha' há uns tempos. Não é uma que ouça regularmente, mas sempre que ouço faz sempre sentido. Eu publiquei-a no meu antigo blog, aproximadamente a meio da sua existência. Sim, foi um erro apagá-lo, mas desta não há volta a dar. Quando a publiquei, lia-a de maneira diferente, achava-a um ponto de viragem. A certa altura, quis trazê-la de volta, mas como forma de arrependimento. Agora, fico-me pela nostalgia e pela confusão. Como já é habitual ..
(Já agora, ficam avisados/as que este senhor vai actuar em Portugal - tanto em Lisboa como no Porto - em Março, do próximo ano. Se alguém quiser ir, faço-lhe companhia!)
há uma (de muitas) música que me 'acompanha' há uns tempos. Não é uma que ouça regularmente, mas sempre que ouço faz sempre sentido. Eu publiquei-a no meu antigo blog, aproximadamente a meio da sua existência. Sim, foi um erro apagá-lo, mas desta não há volta a dar. Quando a publiquei, lia-a de maneira diferente, achava-a um ponto de viragem. A certa altura, quis trazê-la de volta, mas como forma de arrependimento. Agora, fico-me pela nostalgia e pela confusão. Como já é habitual ..
(Já agora, ficam avisados/as que este senhor vai actuar em Portugal - tanto em Lisboa como no Porto - em Março, do próximo ano. Se alguém quiser ir, faço-lhe companhia!)
quinta-feira
34
boa noite,
ando perdida.
Lembro-me de cantar isto no carro, contigo, tantas vezes! Sinto a tua falta,
mãe.
ando perdida.
Lembro-me de cantar isto no carro, contigo, tantas vezes! Sinto a tua falta,
mãe.
segunda-feira
33
Boa noite
Ando desaparecida, eu sei. Vou começar a remediar isso, mas, para já, fiquemo-nos por este fim de semana.
Sábado, fui a Moledo. Começou bem, ou pelo menos era o que eu pensava.
Como meio mundo deve saber, eu tenho uma ligação (muito) forte a Moledo. E se me perguntarem porquê, tenho uma lista infinita de razões, contando com as 'más'. E essa ligação torna cada visita reconfortante, nostálgica, é como um miminho num dia mau.
Desta vez, não correu assim tão bem. Com as marés vivas, a 'minha' praia foi destruída. Neste último Verão já não estava ocupacional, mas agora, puff, desapareceu. À medida que passeava pela marginal, em direcção ao buraco, com o vento frio na cara, senti-me mais nostálgica do que habitualmente. Tão nostálgica que, a maior parte das lágrimas que se iam acumulando nos meus olhos não eram provocadas pelo vento. Para onde quer que olhasse, flashbacks de memórias. Boas, sempre boas! Mas, desta vez, em vez de desanuviar, cada olhar era como um murro no estômago (o arroz de tomate e croquetes - refeição típica - desapareceu). Parecia que sentia rancor, inveja dos outros tempos, arrependimento por não ter aproveitado. E estava tudo misturado! Desde dos primeiros anos (que me lembro) até há dois anos. Tudo desenterrado e remexido, no meu pequeno crânio.
Para acabar o almoço (e acalmar), arrastei-me até ao carro, e fomos a Caminha, comer uns pastéis de nata. Onde estava a dar uma música (única que conheço bem e consigo cantar), um fado algo moderno. Ora, eu e a Margarida fartamo-nos de ouvir esta música um verão, num passado não muito longe. Mais uma lembrança.
Não quero com isto dizer que, a partir daí, o meu estado emocional escureceu. Mas não ficou quão iluminado e quente, como o Sol a passar por uma janela, quanto eu esperava.
Resumindo e concluindo, aqui vai a música que me ajudou a ficar num estado mais-que-melancólico.
Domingo, almoço em Leça, e o pai foi para Timor. Simples e rápido.
Ando desaparecida, eu sei. Vou começar a remediar isso, mas, para já, fiquemo-nos por este fim de semana.
Sábado, fui a Moledo. Começou bem, ou pelo menos era o que eu pensava.
Como meio mundo deve saber, eu tenho uma ligação (muito) forte a Moledo. E se me perguntarem porquê, tenho uma lista infinita de razões, contando com as 'más'. E essa ligação torna cada visita reconfortante, nostálgica, é como um miminho num dia mau.
Desta vez, não correu assim tão bem. Com as marés vivas, a 'minha' praia foi destruída. Neste último Verão já não estava ocupacional, mas agora, puff, desapareceu. À medida que passeava pela marginal, em direcção ao buraco, com o vento frio na cara, senti-me mais nostálgica do que habitualmente. Tão nostálgica que, a maior parte das lágrimas que se iam acumulando nos meus olhos não eram provocadas pelo vento. Para onde quer que olhasse, flashbacks de memórias. Boas, sempre boas! Mas, desta vez, em vez de desanuviar, cada olhar era como um murro no estômago (o arroz de tomate e croquetes - refeição típica - desapareceu). Parecia que sentia rancor, inveja dos outros tempos, arrependimento por não ter aproveitado. E estava tudo misturado! Desde dos primeiros anos (que me lembro) até há dois anos. Tudo desenterrado e remexido, no meu pequeno crânio.
Para acabar o almoço (e acalmar), arrastei-me até ao carro, e fomos a Caminha, comer uns pastéis de nata. Onde estava a dar uma música (única que conheço bem e consigo cantar), um fado algo moderno. Ora, eu e a Margarida fartamo-nos de ouvir esta música um verão, num passado não muito longe. Mais uma lembrança.
Não quero com isto dizer que, a partir daí, o meu estado emocional escureceu. Mas não ficou quão iluminado e quente, como o Sol a passar por uma janela, quanto eu esperava.
Resumindo e concluindo, aqui vai a música que me ajudou a ficar num estado mais-que-melancólico.
Domingo, almoço em Leça, e o pai foi para Timor. Simples e rápido.
quinta-feira
quarta-feira
31
...
demorei a engolir, a raciocinar, e a 'aceitar'. mas, como se costuma dizer, a verdade só tem um caminho. e a verdade é que a minha titia adormeceu, e deste sono não vai acordar.
eras a tia viajante e viajada. eras a tia novinha. eras a tia quase hippie. eras a tia desaparecida (ou pouco aparecida). acho que nunca te disse o quanto gosto de ti, o quanto te admiro, e quanta falta me fazias e vais fazer.
conseguiste juntar toda a gente, conseguiste.
Obrigada pelas brincadeiras. Obrigada por estes e pelos outros todos dias em vilar. Obrigada por gostares de nós tanto como nós gostamos de ti. Obrigada pelos novos tios e tias, que sem duvida se tornarão presentes e importantes. Obrigada por te teres repartido e teres ficado em cada um de nós. Obrigada pelos beijinhos e os abraços.
demorei a engolir, a raciocinar, e a 'aceitar'. mas, como se costuma dizer, a verdade só tem um caminho. e a verdade é que a minha titia adormeceu, e deste sono não vai acordar.
eras a tia viajante e viajada. eras a tia novinha. eras a tia quase hippie. eras a tia desaparecida (ou pouco aparecida). acho que nunca te disse o quanto gosto de ti, o quanto te admiro, e quanta falta me fazias e vais fazer.
conseguiste juntar toda a gente, conseguiste.
Obrigada pelas brincadeiras. Obrigada por estes e pelos outros todos dias em vilar. Obrigada por gostares de nós tanto como nós gostamos de ti. Obrigada pelos novos tios e tias, que sem duvida se tornarão presentes e importantes. Obrigada por te teres repartido e teres ficado em cada um de nós. Obrigada pelos beijinhos e os abraços.
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